Aumentar Renda - Diminuir Gastos
Aqui está o grande “segredo” para uma vida financeira saudável: Ganhar mais e gastar menos.
Fácil, não é? Nem tanto.
Vamos ver como podemos encarar esses dois desafios, mas que, uma vez compreendidos, nos levam a uma vida próspera e abundante
Muito já foi falado em vários tipos de mídias (jornais, revistas, livros, vídeos, entrevistas e blogs como este) em meios de aumentar nossa renda e como fazer para diminuir nossas despesas.
Há muitas dicas e conselhos para uma infinidade de métodos e “segredinhos” para isso, alguns até meio manjados e cansativos, como “cortar o cafezinho” entre muitos outros mais.
Todo conselho dado pode ajudar, ainda mais se for de fontes confiáveis e com boas intenções.
No artigo anterior, falamos sobre situações financeiras desfavoráveis e em como podemos fazer para mudar essa situação.
Hoje iremos explorar com um pouco mais de profundidade essa questão tão dolorosa, mas de suma importância.
Como dito no artigo anterior, se a situação financeira não está boa, só há basicamente duas maneiras de mudar essa situação: ou aumentamos nossa renda, ou diminuímos nossas despesas.
Melhor ainda se conseguirmos aliar as duas coisas ao mesmo tempo.
Isso é importante para que haja sobras no fim do mês e melhor, para que finalmente possamos ter a capacidade de poupança para também podermos entrar no mundo dos investimentos.
Como fazemos isso?
Há várias maneiras de aumentar nossa renda. A primeira delas eu já adiantei no artigo anterior, que é a de sermos mais produtivos e nos mostrarmos mais úteis em nosso emprego atual, para que possamos ser “notados” e em uma possível solicitação de aumento, consigamos ser atendidos, ou mesmo que seja de forma espontânea pelos nossos empregadores.
O problema da iniciativa acima, é que pode não ser tão rápida como necessitamos, ou seja, uma “promoção” ou aumento de salário, poderá vir só daqui a alguns meses – ou mesmo anos – à frente.
Enquanto “esperamos” por um aumento, podemos procurar outras formas de buscarmos outras fontes de renda.
Para quem tem algumas habilidades diferentes da que já aplica em seu emprego atual, pode ser uma boa saída como novas fontes de renda.
Um exemplo é para quem gosta de cozinhar: pode-se fazer pratos doces e salgados em horários livres e nos finais de semana por exemplo, e começar a vender para amigos, parentes, vizinhança.
Pode-se inclusive, utilizar a internet para isso, com uma visibilidade muito maior do que o famoso boca a boca, alcançando muitas pessoas para realizar vendas.
Inclusive, isso pode se apresentar como uma nova experiência em que pode ser sua nova ocupação principal.
Mas calma, é só uma dica de renda extra a ser explorada como complemento. Caso acabe dando tão certo ao ponto de se tornar melhor do que sua ocupação principal, você pode começar a pensar em deixar seu emprego atual e se dedicar a essa nova atividade.
Porém, só tome alguma atitude de deixa-la quando você tiver um bom conhecimento e uma certa experiência nessa nova empreitada.
Mais importante do que isso, é somente deixar a atividade anterior depois de se assegurar que a nova renda seja suficiente para suas necessidades, ou que as estimativas sejam realistas e também se mostrem suficientes frente aos desafios.
Outro exemplo de renda extra: fazer pequenos consertos para quem precisa, como por exemplo, consertar vazamentos em encanamentos, consertas instalações elétricas, trabalhar como garçom em finais de semana, entre vários outros.
Mais um: para quem tem familiaridade com a internet e redes sociais, pode atuar como vendedor afiliado de alguma plataforma de vendas e para cada venda realizada nessa plataforma, ganha-se uma comissão.
Como disse, hoje em dia, principalmente com a internet, realmente há muitas e variadas formas de ter renda extra. Muitas mesmo! Como exemplo, cito apenas algumas:
– motorista de aplicativo
– editor de vídeos/imagens/fotos
– programador de computadores
– músico – tocando em eventos
– garçon (já citado)
– prestador de serviços extras, como por exemplo, se você trabalha em escritório de contabilidade, pode se oferecer para fazer a declaração do imposto de renda para seus conhecidos e parentes
– os mais variados tipos de vendas: roupas, comidas, doces, açaí, água, enfim, uma infinidade de produtos e serviços
Como disse, há inúmeros meios de se obter renda extra nas mais variadas áreas e com diversos produtos e serviços.
A lista é imensa e poderíamos listar dezenas, senão centenas de exemplos.
Conjuntamente à busca por uma renda extra ou mesmo pelo aumento do salário no emprego atual, devemos sempre buscar formas de minimizar nossas despesas e gastos.
Não precisa ser cortando o cafezinho, como disse na abertura desse artigo, mas podemos sempre buscar meios de economizar alguns gastos que ao final de um mês, pode ser bem representativo.
Dicas sobre como buscar melhorar de renda são sempre bem vindas e geralmente não geram polêmica.
As pessoas até gostam dessas dicas e procuram pô-las em prática.
O mesmo não se pode dizer quanto à cortar gastos: geralmente as pessoas não gostam de que digam como gastar o seu dinheiro.
Porém, uma das melhores formas de aumentarmos nossa renda, é simplesmente diminuirmos nossas despesas.
Inclusive, caso não tenhamos tempo ou nenhuma outra habilidade que permita explorar uma outra atividade, uma das melhores maneiras de “aumentar” a renda, é não gastarmos tanto, ou tentar diminuir nossos gastos.
Isso fará com que nossa renda fique sempre maior que nossos gastos, nos habilitando portanto, a poupar e investir.
Convido você a “ouvir” meus conselhos abaixo com o compromisso de estar com a mente aberta, sem pré-julgar esses conselhos como não aplicáveis à sua situação ou que possam lhes causar algum tipo de mal-estar.
Como sempre digo, estou aqui para lhes ajudar, e para isso, nada melhor do que tentar ensiná-los pela minha experiência e meu conhecimento.
Ok, vamos a alguns conselhos então:
O primeiro conselho que dou, é ter algum tipo de controle financeiro, seja com uma planilha (simples), um sistema ou aplicativo financeiro, ou mesmo um simples caderno ou agenda de anotações.
Devemos anotar todos os nossos gastos de forma fiel, sem omitir nenhum gasto, por menor que seja.
Isso é importante para sabermos onde estamos, afinal, de que adianta querermos aumentar nossas rendas e/ou diminuir nossos gastos, se não sabemos o quanto realmente ganhamos e o quanto realmente gastamos.
De posse dessas anotações, devemos proceder uma análise de nossos gastos, procurando por aqueles que representam algum tipo de gasto desnecessário.
Por gasto desnecessário, entenda-se como gastos compulsivos, provocados por compras desnecessárias com coisas de que não precisamos no momento ou mesmo com gastos excessivos com lazer e coisas do gênero.
Veja, por exemplo, se você não está indo com alguma frequência ao shopping center, e, ao se deparar com uma placa informando um ótimo desconto, você acaba sucumbindo e comprando aquele lindo calçado.
Já tratei desse assunto em uma publicação (Primeiros Passos II – Psicologia Financeira), explicando como nosso cérebro funciona nessas questões financeiras, e em como somos vulneráveis às propagandas que nos induzem a comprar itens que nem estamos precisando.
Volte a analisar novamente suas anotações, e comece a perceber se aquelas noites de pizza não estão ficando muito frequentes.
À semelhança do exemplo do anúncio do calçado acima, veja se também não está comprando mais calças do que consegue usar, ou mais camisetas que nem estão cabendo mais no guarda-roupas e aquelas lindas bolsas que estavam em promoção, não estão só lotando o seu guarda-roupas e você nem mesmo as estão usando.
Muitas coisas em nossas anotações podem ser alvo de nossa “tesoura financeira”, e nem sempre representam tantas dificuldades assim na hora de cortá-las.
Lembra da dica infame de “cortar o cafezinho”? Pois bem, esta pode inclusive ser sim um item do corte, pois qual vantagem há em tomar cinco xícaras de café no bistrô ao lado por dia?
Não poderia ser por exemplo somente um ou no máximo dois cafés, inclusive, com melhorias na questão de saúde?
Esse é um exemplo irrisório e até meio imbecil. Mas quero chamar a atenção para esses detalhes que podem passar despercebidos, mas que, ao longo do tempo, podem representar um valor até que considerável.
Além disso, há hábitos que temos no dia a dia que, além de representar um alto gasto em um certo período, e ainda assim nos prejudicar de outras formas, como um consumo excessivo de algumas substâncias que podem comprometer nossa saúde, principalmente o consumo excessivo de álcool, comidas gordurosas, refrigerantes e doces diversos e até remédios.
Sendo assim, então por que não cortar também até essas “coisinhas”?
Ok, vamos ser sinceros aqui: ninguém sente uma verdadeira paixão por ficar anotando gastos em planilhas, aplicativos e muito menos em cadernos, agendas ou papéis.
Porém, quero reforçar que essa atitude é muito importante para nossa saúde financeira e nos proporciona ferramentas e dados para melhor controlarmos nossas finanças para que possamos chegar a um nível de poupança e investimentos que nos possibilite uma vida financeira futura de prosperidade e riqueza.
Além do benefício de termos dados para análise de nossos gastos, o fato de anotarmos e controlarmos gastos, acaba criando um bom hábito, pois só o fato de termos que parar para anotar, nos faz pensar sobre o como e o porquê de gastarmos o que gastamos.
Isso é benéfico para nosso controle, tanto financeiro, quanto emocional, nos dando mais ferramentas para que consigamos controlar melhor e obter a tão importante sobra – ou poupança – que nos levará ao estágio mais importante da vida financeira: os investimentos.
Como disse, não tenho a intenção de com essas dicas e ensinamentos levar as pessoas a viverem uma vida de restrições e escassez.
Só pretendo aqui mostrar meios de melhorar nossa relação entre renda e gastos de uma forma que possamos olhar à frente e buscar uma vida financeira mais abundante, sem gastos excessivos.
Acredito que, com um pouco de sacrifício, poderemos vencer as batalhas da vida financeira e estar prontos para um futuro mais tranquilo e próspero.
Grande beijo no coração e que tenhamos uma mentalidade positiva e aberta a novos aprendizados e a constante evolução.
Grande abraço fraternal.